
Depois de uma primeira apresentação em Paredes de Coura, a Exposição de Fanzines da Fanzinoteca Rock’n’Cave inicia agora um percurso itinerante, levando pequenas mostras a diferentes espaços culturais. O segundo local a acolher esta viagem é o recém-inaugurado Estúdio Mina-mole, em Braga. Esta exposição celebra mais de 20 anos de atividade da Fanzinoteca Rock’n’Cave, com especial destaque para artistas que continuam a explorar e a expandir as possibilidades da edição independente.Os fanzines (“fanatics magazines”) revelam-se um território privilegiado de expressão, informação e criação, onde muitos autores – ilustradores, designers e escritores – dão os seus primeiros passos. Tudo nos fanzines é variável e experimental: formatos, tiragens, periodicidade, preços, temas, entre outros detalhes. Neles convivem tanto a espontaneidade e o efémero como uma grande mestria técnica, conteúdos sérios e regularidade editorial de fazer inveja a revistas profissionais.A exposição deste ano, com curadoria da ilustradora italiana Rosita Uricchio, foi pensada para ser leve e acessível – tal como os próprios fanzines. As estruturas em cartão foram escolhidas pela sua simplicidade, mobilidade e versatilidade, permitindo recriar a mostra em diferentes espaços e contextos.
After its first presentation in Paredes de Coura, the Fanzine Exhibition of the Rock’n’Cave Fanzinoteca now begins an itinerant journey, bringing smaller showcases to different cultural spaces. The second space to host this traveling project is the newly opened Mina-mole Studio, in Braga.This exhibition celebrates more than 20 years of activity by the Rock’n’Cave Fanzinoteca, with special emphasis on artists who continue to explore and expand the possibilities of independent publishing.Fanzines (“fanatics magazines”) are a privileged space for expression, information, and creation, where many authors – illustrators, designers, and writers – take their first steps. Everything in fanzines is variable and experimental: formats, print runs, periodicity, prices, themes, among other details. Within them coexist spontaneity and ephemerality – as well as great technical mastery, serious content, and editorial regularity that rivals professional magazines.This year’s exhibition, curated by Italian illustrator Rosita Uricchio, was conceived to be light and accessible – just like fanzines themselves. The cardboard structures were chosen for their simplicity, mobility, and versatility, allowing the exhibition to be reimagined in different spaces and contexts.